Aviação agrícola segue combatendo chamas na Amazônia

Aviação agrícola segue combatendo chamas na Amazônia

Depois de uma manhã com chuva localizada na área de incêndios próximo a Porto Velho, em Rondônia, a tarde dessa terça-feira (27) foi de ataque às chamas a cerca de 80 quilômetros da capital, para os pilotos agrícolas envolvidos desde o início da semana nas operações para proteger a Floresta Amazônica. O grupo foi acionado

Depois de uma manhã com chuva localizada na área de incêndios próximo a Porto Velho, em Rondônia, a tarde dessa terça-feira (27) foi de ataque às chamas a cerca de 80 quilômetros da capital, para os pilotos agrícolas envolvidos desde o início da semana nas operações para proteger a Floresta Amazônica. O grupo foi acionado por volta das 15h30 no fuso local (16h30 em Brasília). Os quatro aviões agrícolas Air Tractor AT-502B, com capacidade para 1,8 mil litros de água cada, realizaram um total de oito lançamentos para eliminar o foco.

Conforme o piloto Douglas (Carioca) Menezes, como a floresta está conservando a umidade na região, isso ajudou segurar o fogo, que foi mais facilmente eliminado nessa operação. Os outros pilotos do grupo são Gustavo Borges, Joni Silva e Fábio Domingues. Eles operam a partir do Aeródromo Zirondi, onde há uma base dos bombeiros, a leste da capital – os Hércules C-130 da Força Aérea, por exemplo, estão baseados no Aeroporto Internacional Jorge Teixeira de Oliveira, na zona norte da cidade.

“O pessoal dos bombeiros e do Ibama fazem voos de reconhecimento e, quando um foco é encontrado, é feita uma análise do tamanho e logística necessária e aí se define quem é acionado”, conta Menezes. Os pilotos estão operando pela Americasul Aeroagrícola, que possui um convênio com o ICMBio para operações contra incêndios.

Duas das quatro aeronaves foram deslocadas para Rondônia logo após terem combatido as chamas no Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, entre os últimos dias 15 e 19. A empresa possui mais quatro aviões de sobreaviso, caso seja necessário deslocar para a região.

Paralelamente o Sindag divulgou na segunda-feira (26), uma nota oficial se solidarizando com as associadas, órgãos governamentais e comunidades envolvidos nas operações. Ao mesmo tempo, iniciou um levantamento para saber quantas aeronaves da frota brasileira poderiam ser acionadas imediatamente, caso haja a necessidade de ainda mais reforço – tendo em vista que sete Estados pediram ajuda federal contra as chamas.

Sindag.org.br

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